O Que Fazer Durante um Ataque de Pânico

O Que Fazer Durante um Síndrome de Pânico

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O Que Fazer Durante um Síndrome de Pânico

Síndrome do pânico é uma condição associada a crises repentinas de impaciência aguda, marcadas por bastante medo e agonia, associadas a sinais físicos e emocionais aterrorizantes.

A síndrome ou transtorno do susto ( impaciência paroxística episódica) é uma enfermidade que se caracteriza pela ocorrência repentina, inesperada e de pela certa maneira ininteligível de crises de impaciência aguda marcadas por bastante medo e agonia, associadas a sinais físicos e emocionais aterrorizantes, que atingem sua intensidade princípio em até 10 minutos.

Ao longo o opugnação de susto, em maior parte de curta duração, a indivíduo experimenta a nítida percepção de que vai rebentar, ou de que perdeu o controle sobre si mesma e vai enlouquecer.

A primeira crise pode acontecer em qualquer idade, porém costuma manifestar-se na abril ou no início da idade adulta, sem razão ostensível.

O circunstância pode repetir-se, de maneira aleatória, diversas vezes no mesmo dia ou demorar semanas, meses ou até anos para manifestar-se de novo. Pode similarmente acontecer ao longo o sono.

Veja similarmente: Leia depoimento sobre síndrome do susto

Não realizar a menor ideia de no momento em que, ou se, a crise vai ocorrer, gera um estado de preocupação e impaciência antecipatórias auspicioso ao progresso de outras fobias.

A mais comum é a agorafobia, transtorno da impaciência lesado pelo sobrosso de encontrar-se em espaços abertos com muita gente ou em lugares fechados, dos quais o emissário da síndrome não possa sair se tiver um opugnação de susto.

O transtorno do susto atinge mais as mulheres que os homens. Atribui-se essa frequência maior no volúpia feminil à sensibilização das estruturas cerebrais pela variação hormonal, em razão de a existência de susto amplifica no tempo propícia da vida.

SINTOMAS DA SÍNDROME DO PÂNICO

O opugnação de susto inicia de rasteiro e apresenta ao menos quatro dos seguintes sinais:

  • Medo de rebentar ;
  • Medo de despossar o controle e enlouquecer;
  • Despersonalização ( impressão de desligamento do mundo exterior, como se a indivíduo estivesse vivendo um sonho ) e desrealização (distorção na ficção de mundo e de si mesmo que impossibilita reconhecer a existência da imaginação );
  • Dor e / ou pesar no tórax que são capazes de ser confundidos com os vestígios do infarto ;
  • Palpitações e palpitação ;
  • Percepção de falta de ar e de sufocamento;
  • Sudorese;
  • Entojo ;
  • Pesar abdominal;
  • Tontura ou tontura ;
  • Ondas de calor e calafrios;
  • Adormecimento e formigamentos;
  • Tremores, abalos e estremecimentos.

Com frequência, portadores da síndrome do susto apresentam quadros de stress. Em alguns casos, alguns buscam no alcoolismo uma saída para amenizar as crises de impaciência.

MOTIVOS DA SÍNDROME DO PÂNICO

Também não foram perfeitamente esclarecidas as motivos do transtorno do susto, porém acredita-se que elementos genéticos e ambientais, stress proeminente, utilização tirânico de certos remédios (anfetaminas, por exemplo ), drogas e bebida alcoólica possam estar envoltos.

DIAGNÓSTICO DE SÍNDROME DO PÂNICO

O reconhecimento do transtorno do susto obedece a especificações definidos no DSM Cousa, o Manual Reconhecimento e Estatístico de Transtornos Mentais.

Uma crise isolada ou uma reação de medo intenso perante de ameaças reais não firmam acidentes suficientes para o reconhecimento da enfermidade.

As crises precisam ser recorrentes e provocar modificações no comportamento que interferem negativamente no estilo de vida dos pacientes.

Veja similarmente: Ouça nosso podcast com dicas para labutar com a síndrome do susto

É bastante fundamental fazer-se o reconhecimento diferencial com outras doenças que apresentam sinais semelhantes, por exemplo ataques cardíacos, hipertireoidismo, hipoglicemia e epilepsia, por exemplo.

TRATAMENTO DA SÍNDROME DO PÂNICO

O tratamento do transtorno do susto contém a regulamentação de remédios antidepressivos (tricíclicos ou de nova geração ) e psicoterapia, especificamente a terapia cognitivo-comportamental, que utiliza a descrição a situações que provocam susto de maneira sistematização, gradual, controlada e progressiva, até que ocorra a dessensibilização perante do intermediário agressor.

Frequentemente, a medicamento necessita ser mantida por períodos mais longos e descontinuada paulatinamente por pleito do perigo de recaídas.

RECOMENDAÇÕES SOBRE SÍNDROME DO PÂNICO

Sinais físicos da enfermidade são capazes de ser confundidos com vestígios característicos de infarto, caso se descarte uma ocorrência cardíaca, o transtorno pode ser uma suspeita ;

Pratique treinos físicos. Algumas das sensações que eles provocam são semelhantes às da síndrome do susto — batimentos cardíacos acelerados e sudorese –, porém em um entrecho educado, que auxilia a levar a reconhecimento repulsa ;

Não se automedique nem sequer recorra ao uso do bebida alcoólica ou de outras drogas para amenizar os sinais. Em vez de solucionar um dificuldade, você estará criando mais ;

Procure assistência médica. O transtorno do susto é uma enfermidade como tantas outras. Quanto antes for diagnosticada, melhor será a resposta ao tratamento.

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE SÍNDROME DO SUSTO

Como auxiliar indivíduo que está tendo um opugnação de susto?

  • Para auxiliar uma indivíduo que está passando pela crise de susto, moderar a respiração é uma das armas principais. Oriente-a se isolar-se na respiração e a respirar mais lentamente ;
  • Pergunte se ela toma um remédio para crises agudas de susto ( em caso crédulo, você pode ajudá-la a ingerir nessa momento );
  • Se possível, leve-a para um local mais quieto e sossegado ;
  • Mude o foco dela para o hora presente ( uma orientação é focalizar em itens que ela pode analisar e enternecer );
  • Converse de forma acolhedora e nunca minimize o paciência dela. Não como negócios como “ isto apenas está em sua cabeça ”, e efetivamente frases como “ eu sei que você está desesperado, porém vai mudar, eu estou aqui com você e vou te auxiliar ”. Especificamente se for o primeiro opugnação de susto, é fundamental pedir atendimento médico.É possível proteger-se um opugnação de susto?

 

Efetivamente, há remédios que são capazes de ser usados antes de situações que geralmente geram agonia no paciente com síndrome do susto. Por exemplo, se você sente susto constantemente que ter necessidade de divagar de avião, pode ingerir um medicamento antes de enrodilhar para evitar a crise. Porém é fundamental seguir constantemente a orientação médica.

Como diferenciar um ataque de pânico de um ataque cardíaco?

Tanto o opugnação de susto quanto o opugnação cardíaco são capazes de provocar dor no tórax, palpitação, iludir de ar, náuseas e sudorese, entre outros sinais. Porém embora das qualidades semelhantes, há diferenças.

No opugnação cardíaco, a indivíduo frequentemente sente uma dor opressiva na região do busto que pode brilhar para maxilar, ombros ou membro ( mais constantemente, do lado canhoto ), além de afinco no tórax que pode ser espantado com azedo.

Já no opugnação de susto, as dores são capazes de se repoltronear-se pelo busto e pescoço, porém não provocam a percepção de pressão.

Além disso, o paciente sente um agonia bastante grande, possui medo de rebentar e a ficção da existência distorcida, não conseguindo reconhecer o que é ou não tangível.

Similarmente pode ocorrer vestígios como percepção se sufocamento, tontura ou tontura e ondas de calor e calafrios, pouco frequentes em caso de infarto.

Quanto tempo dura o tratamento da síndrome do pânico?

Frequentemente, o tratamento dura entre 6 meses e 1 ano. Os vantagens demoram algumas semanas para surgir, porém sentir benefício não precisa ser pretexto para atrapalhar o tratamento, uma vez que o perigo de recidiva é grande.

As crises são capazes de voltar mesmo depois de vários anos. Paralisar o tratamento apenas é recomendado mediante recomendação dos especialistas que acompanham o caso.

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